Oculus Quest Pro: novos sensores podem mudar mercado de VR

Imagem de divulgação do antecessor do Oculus Quest Pro, o Quest 2, lançado em 2020
Imagem de divulgação do antecessor do Oculus Quest Pro, o Quest 2, lançado em 2020

Os entusiastas da tecnologia VR já podem comemorar: aparentemente, o Oculus Quest Pro deve trazer muitas novidades para o mercado. Declarações recentes de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (que detém a marca de Oculus), apontam que as inovações não se restringem somente a upgrades de hardware, mas, também, à adição de novos sensores.

Zuckerberg já havia dado declarações sobre os modelos Quest 3 e 4, alegando que o foco das versões não é somente um aprimoramento ótico, mas também um melhor desempenho. Além disso, são claros os para a criação de modelos menores e mais leves. Vale destacar que se trata de um desafio, sobretudo quando abordamos dispositivos standalone.

 

Novos sensores faciais

Declarações do SEO do Facebook indicam que o Oculus Quest Pro deve contar com sensores de rastreamento facial e ocular. Não se trata de algo 100% inédito, já que a HTC já desenvolveu um add-on de rosto no modelo Vivi Pro Eye.

Mas, ainda que não seja algo novo, Zuckerberg abordou a novidade com outra ótica, que tem a ver a filosofia base do Facebook: conexão social.

Desde a criação dos primeiros óculos VR, muita coisa mudou, a exemplo das evoluções como o hand tracking. Hoje, essas inovações já fazem parte do dia a dia das empresas e das pessoas. Contudo, para que a Realidade Virtual suba mais um degrau, é preciso que haja um avanço mais notável e, portanto, com mais benefícios. E o sensor de rastreamento ocular vem sendo apontado como esse importante elemento. Isso acontece por diversos fatores, como a melhor simulação do ponto de foco do olhar ou melhorias na visão periférica, por exemplo.

Contudo, é fato que o principal motivo pela aposta é, como diz Zuckerberg, o senso de presença. E é justamente esse fator que permite a conexão social.

 

Os desafios para o Quest Pro

Uma das principais questões que, certamente, estão sendo consideradas pela equipe de desenvolvimento do produto é chegar a um preço acessível para o consumidor final. Entretanto, o CEO do Facebook alegou que o novo modelo deve custar um pouco mais em comparação aos seus antecessores.

A explicação é clara: para que mais sensores sejam implementados, é preciso que exista uma maior capacidade de processamento. Por consequência, isso demanda hardware mais potente. E isso precisa ser implementado sem que a marca perca a qualidade já conhecida no mercado.

Ainda assim, Zuckerberg declarou que nos próximos anos a empresa vai focar tanto em tecnologias de última geração quando em dispositivos com sensores que sejam acessíveis para todos. Obviamente, a declaração faz todo sentido, uma vez que a interação social por esse tipo de tecnologia demanda que muitas pessoas tenham acesso aos equipamentos necessários. Para saber mais sobre o lançamento, acesse o site oficial.