Oculus Quest Pro: novos sensores podem mudar mercado de VR

Imagem de divulgação do antecessor do Oculus Quest Pro, o Quest 2, lançado em 2020
Imagem de divulgação do antecessor do Oculus Quest Pro, o Quest 2, lançado em 2020

Os entusiastas da tecnologia VR já podem comemorar: aparentemente, o Oculus Quest Pro deve trazer muitas novidades para o mercado. Declarações recentes de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (que detém a marca de Oculus), apontam que as inovações não se restringem somente a upgrades de hardware, mas, também, à adição de novos sensores.

Zuckerberg já havia dado declarações sobre os modelos Quest 3 e 4, alegando que o foco das versões não é somente um aprimoramento ótico, mas também um melhor desempenho. Além disso, são claros os para a criação de modelos menores e mais leves. Vale destacar que se trata de um desafio, sobretudo quando abordamos dispositivos standalone.

 

Novos sensores faciais

Declarações do SEO do Facebook indicam que o Oculus Quest Pro deve contar com sensores de rastreamento facial e ocular. Não se trata de algo 100% inédito, já que a HTC já desenvolveu um add-on de rosto no modelo Vivi Pro Eye.

Mas, ainda que não seja algo novo, Zuckerberg abordou a novidade com outra ótica, que tem a ver a filosofia base do Facebook: conexão social.

Desde a criação dos primeiros óculos VR, muita coisa mudou, a exemplo das evoluções como o hand tracking. Hoje, essas inovações já fazem parte do dia a dia das empresas e das pessoas. Contudo, para que a Realidade Virtual suba mais um degrau, é preciso que haja um avanço mais notável e, portanto, com mais benefícios. E o sensor de rastreamento ocular vem sendo apontado como esse importante elemento. Isso acontece por diversos fatores, como a melhor simulação do ponto de foco do olhar ou melhorias na visão periférica, por exemplo.

Contudo, é fato que o principal motivo pela aposta é, como diz Zuckerberg, o senso de presença. E é justamente esse fator que permite a conexão social.

 

Os desafios para o Quest Pro

Uma das principais questões que, certamente, estão sendo consideradas pela equipe de desenvolvimento do produto é chegar a um preço acessível para o consumidor final. Entretanto, o CEO do Facebook alegou que o novo modelo deve custar um pouco mais em comparação aos seus antecessores.

A explicação é clara: para que mais sensores sejam implementados, é preciso que exista uma maior capacidade de processamento. Por consequência, isso demanda hardware mais potente. E isso precisa ser implementado sem que a marca perca a qualidade já conhecida no mercado.

Ainda assim, Zuckerberg declarou que nos próximos anos a empresa vai focar tanto em tecnologias de última geração quando em dispositivos com sensores que sejam acessíveis para todos. Obviamente, a declaração faz todo sentido, uma vez que a interação social por esse tipo de tecnologia demanda que muitas pessoas tenham acesso aos equipamentos necessários. Para saber mais sobre o lançamento, acesse o site oficial.

 

 

Lançamento tem o poder de compartilhar experiências em realidade mista

 

Demostrada em seu evento denominado “Ignite”, Microsoft detalha sobre sua nova plataforma.

Durante anos, o cofundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberté, recebeu inúmeras propostas de projetos de realidade virtual, mas elas não conseguiam se igualar a magia de suas performances ao vivo, visualmente lindas e hipnotizantes. Agora, com esta nova plataforma fornecida pela Microsoft, ele está revendo seus conceitos.

Ele apareceu na conferência digital Ignite da Microsoft via “holoportação”, que usa tecnologia de captura 3D para transmitir uma imagem real de uma pessoa em uma cena virtual. Na primeira experiência de apresentação da empresa projetada inteiramente para realidade mista, as pessoas que participaram da conferência de suas próprias casas e escritórios domésticos no mundo inteiro puderam participar do show como avatares assistindo os eventos se desenrolar em um mundo holográfico compartilhado.

Foi a primeira oportunidade da empresa de mostrar algumas das experiências possibilitadas pelo Microsoft Mesh, uma nova plataforma de realidade mista desenvolvida pelo Azure que permite que pessoas em diferentes locais físicos participem de experiências holográficas colaborativas e compartilhadas em diversos dispositivos.

“Este tem sido o sonho da realidade mista, a ideia desde o início”, disse o basileiro Alex Kipman, membro técnico da Microsoft. “Você pode realmente sentir que está no mesmo lugar com alguém compartilhando conteúdo ou pode se teletransportar de diferentes dispositivos de realidade mista e estar ali, presente com as pessoas, mesmo não estando fisicamente juntos.”

Kipman apareceu no palco virtual Ignite como uma “holoportação” de si mesmo, narrando a experiência de abertura do show em tempo real como raios de luz que simulavam seu corpo físico.

Laliberté conversou com Kipman sobre uma nova colaboração para ajudar a Lune Rouge, outra empresa fundada por Laliberté, a realizar um projeto chamado Hanai World. Trata-se de uma plataforma social de realidade mista na qual ele planejou por anos – que conectaria experiências de entretenimento ao vivo e digital em eventos únicos – mas só agora tecnologias como o Microsoft Mesh alcançaram essa possibilidade.

O Microsoft Mesh também permitirá que equipes fisicamente distantes tenham reuniões mais colaborativas, que possam apresentar e conduzir sessões de design virtual, ajudando outras pessoas a aprenderem juntos e hospedarem encontros sociais virtuais. As pessoas inicialmente serão capazes de se expressar como avatares nessas experiências virtuais compartilhadas e, com o tempo, usar a holoportação para se projetar como seu eu mais real e fotorrealista, disse a empresa.

A nova plataforma é o resultado de anos de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft em áreas que vão desde “hand tracking” e “eye tracking” no desenvolvimento do HoloLens até a criação de hologramas persistentes e modelos de inteligência artificial que podem criar avatares expressivos.

Construído no Azure, a plataforma de computação em nuvem da Microsoft, o Microsoft Mesh também se beneficia dos recursos de segurança e privacidade de nível empresarial da plataforma, bem como seus vastos recursos computacionais, dados, IA e serviços de realidade mista.

“Cada vez mais estamos agregando valor em nosso sistema de nuvem inteligente, o Azure”, disse Kipman. “Nessas experiências colaborativas, o conteúdo não está dentro do meu dispositivo ou dentro do meu aplicativo. O conteúdo holográfico está na nuvem e só preciso das lentes especiais que me permitem vê-lo.”

Com aplicativos habilitados para Microsoft Mesh, designers e engenheiros que trabalham com modelos físicos 3D – qualquer coisa, desde bicicletas a móveis sofisticados, motores a jato e novos estádios esportivos – podem aparecer como eles próprios em um espaço virtual compartilhado para colaborar e interagir como modelos holográficos, independentemente de sua localização física.

Arquitetos e engenheiros puderam percorrer fisicamente um modelo holográfico de um chão de fábrica em construção, vendo como todas as peças do equipamento se encaixam em 3D, potencialmente evitando erros dispendiosos.

Estudantes de engenharia ou medicina aprendendo sobre motores de carros elétricos ou anatomia humana podem se reunir como avatares em torno de um modelo holográfico e remover partes do motor ou fatiar músculos para ver o que está por baixo. Os alunos podem simplesmente se reunir e conversar em um espaço virtual compartilhado, ou as empresas podem usar os aplicativos habilitados para Microsoft Mesh para oferecer reuniões virtuais ou treinamentos para funcionários em todo o mundo.

O Microsoft Mesh oferecerá nos próximos meses aos desenvolvedores um conjunto completo de ferramentas baseadas em IA para avatares, gerenciamento de sessão, renderização espacial, sincronização entre múltiplos usuários e holoportação para construir soluções colaborativas em realidade mista, disse a empresa.

Embora os usuários tenham as experiências mais ricas em realidade mista ou virtual, os padrões abertos do Microsoft Mesh darão aos desenvolvedores a liberdade de criar soluções que funcionem em muitos dispositivos diferentes, como o HoloLens 2, e uma variedade de headsets de realidade virtual, smartphones, tablets e PCs.

https://youtu.be/IkpsJoobZmE

Durante o evento, a Microsoft anunciou dois aplicativos desenvolvidos na plataforma Microsoft Mesh.

O primeiro é uma prévia do aplicativo Microsoft Mesh para HoloLens, que permite aos membros da equipe colaborar remotamente e já está disponível para download. Os clientes também podem solicitar acesso a uma nova versão do AltspaceVR habilitado para Mesh, que permitirá às empresas realizar reuniões e encontros de trabalho em realidade virtual com recursos de segurança de nível empresarial, incluindo logins seguros, gerenciamento de sessão e conformidade de privacidade.

Com o tempo, a empresa disse que espera que os clientes possam escolher entre um conjunto crescente de aplicativos habilitados para Microsoft Mesh desenvolvidos por parceiros externos, e também se beneficiar da integração planejada com produtos Microsoft, como Microsoft Teams e Dynamics 365.

“É por isso que somos tão apaixonados pela realidade mista, sendo ela o próximo grande meio para a computação colaborativa”, disse Kipman. “É mágico quando duas pessoas vêem o mesmo holograma.”

“Agora, convidamos as pessoas a criarem valor além disso e se beneficiarem dos anos de P&D realmente difíceis que fizemos para oferecer a eles esses recursos de uma forma siples.”, finaiiza Kipman.

E aí, gostou da novidade? Como você acha que a Realidade Mista, e outras novas tecnologias podem interferir na produtividade de empresas em meio a nosso cenário atual?

Fiquem ligados em nossas novidades e projetos.

Cirurgias em VR, treinando situações futuras em tempos difíceis.

Em tempos de distanciamento físico, a Universidade de Ucoon Health vem realizando treinamentos de cirurgias ortopédicas com seus residentes utilizando soluções em realidade virtual.
Segundo um estudo conduzido pela PrecisionOS e a Canadian Shoulder And Elbow Society (CSES), os residentes treinados com o uso da tecnologia VR aprendem 570% mais rápido do que aqueles que utilizam métodos tradicionais de ensino. (Fonte: The Journal of Bone and Joint Surgery, Março de 2020 – Volume 102 – Issue 6 – pe26).

Como a UConn Health e está treinando seus residentes em cirurgias ortopédicas simuladas através do Oculus Quest.

Segundo o Dr. Augustus Mazzocca, o Diretor do Instituto Musculoesquelético da UConn Health, nem toda cirurgia é natural. “Como em qualquer profissão, algumas pessoas não são tão talentosas naturalmente, então compensamos isso fazendo volume. Se o residente está se esforçando, fazemos com que ele faça casos com tanta variabilidade, tantas vezes, até que no esgotamento, finalmente obtenham essa habilidade”
Múltiplos fatores têm levado o desenvolvimento de métodos de treinamentos cirúrgicos ortopédicos de residentes para fora da sala de operação. Na UConn Health, Mazzocca e sua equipe mantém a prática das habilidades dos residentes em cadáveres no laboratório de Habilidades Biológicas. Mas a prática procedural é cara, e lenta, sendo que os residentes só podem realizar nos cadáveres uma única vez.loans-cash.net

Utilizando as Realidade Virtual para produzir uma prática proposital.

Dr. Goel, desenvolvedor da plataforma de treinamento em Realidade Virtal utilizada pela equipe, disse que eu time pretende fazer com que o ensino e aprendizado em VR seja bem valioso e realista sempre que possível, e que isso aconteça de forma segura. “Nós intensificamos a experiência de operações através da realidade virtual”, o Oculus Quest foi um divisor de águas para nós. Ele é móvel e oferece alta qualidade háptica, seis graus de liberdade, e alta fidelidade gráfica. Isso permite que os médicos cheguem a bons resultados, começando as cirurgias mais rápido.
“Com o uso do Oculus e do PresisionsOS, conseguimos com que os residentes treinem um caso difícil, podendo repetir as suas partes 5, 10, 15, 20 vezes. Nós podemos ver o que eles fizeram, e como fizeram, ver as métricas, e mostrar a eles para que possam repetir isso até chegar em um resultado fantástico.”
Segundo o Dr. Mazzocca, “É insano o quão rápido o corpo se ajusta – eu não podia acreditar naquilo. Facilmente em menos de um minuto, voce se sente parte desse sistema. E a qualidade do trabalho alcançado é incrivelmente similar ao da vida real.”
Quando os residentes estão colocando um pino em um osso no VR, eles podem aprimorar sua consciência espacial 3D enquanto aprendem a reduzir a fratura, posicionar o Raio-X para ter a visão apropriada, e colocar o pino na posição perfeita. “Essas são as habilidades principais que eles devem aprender, perfeitamente, e aprimorar para que eles possam proceder com casos de uma maneira muito mais eficiente e reproduzível.” disse Mazzorca.

Mantendo o treinamento em progresso durante a quarentena do COVID-19.

Em 2020, o UConn Health suspendeu as cirurgias eletivas por conta da pandemia. Isso afetou bastante a possibilidade de treinamentos físicos dos seus residentes, fazendo com que Mazzocca seja realmente grato pelo fato dos residentes poderem aprender e manter suas habilidades em dia com a prática graças a realidade virtual.

Olhando para o futuro.

O Dr. Mazzocca acredita que a realidade virtual irá ter um longo alcance e impactar a vida de pacientes no campo da ortopedia. “Isso faz com que o inacreditável senso de cirurgiões logo estarão hábeis para carregarem seus Escaneadores CT dentro do VR e verem onde a deformidade é uma articulação danificada ou doente, ver como reduzir uma fratura, e solucionar outros problemas que possam aparecer antes mesmo que o caso aconteça. “Também acreditamos que o VR irá ajudar a implementar treinamentos cirúrgicos em áreas do mundo onde não é permitido o uso de cadáveres para educação.
“Globalmente”, diz ele, “Nós ainda não fazemos ideia do quanto essa tecnologia é capaz”
E você, o que pensa sobre o uso de tecnologias como a Realidade Virtual e Realidade Aumentada na medicina através de Plataformas Virtuais para o aprimoramento técnico dos residentes?
Conheça nossos projetos, Clique aqui e fale conosco, para tirarmos suas dúvidas e conversar sobre o desenvolvimento tecnológico na sua área de atuação.

A combinação de Realidade Virtual e eSports pode revelar a grande nova estrela do futebol.

Sem dúvidas, o eSports é uma das das indústrias que crescem mais rápido no mundo atualmente. Os video-games competitivos já são considerados como esportes oficiais, até mesmo os atletas profissionais, amadores ou universitários já podem contar com o início da incorporação da Realidade Virtual e outras novas tecnologias de simulação como parte de seu treinamento.

Com isso, surgiu a AYCE, Associação Americana de Futebol Cooperativo para Jovens, uma organização focada no em combinar tecnologia VR de ponta com especialistas de treinamento dos atletas em um ambiente digital.

O primeiro grande passo da AYCE é desenvolver a partir da parceria da Indiana Soccer com o Manchester, com a Rezzil, companhia inglesa especialista em VR, uma plataforma de treinamentos de eSports que possa ajudá-los a projetar os jogadores de elite para o campo.
Utilizando a plataforma analitica GYO Score, combinada com as ferramentas de VR da Rezzil, os treinadores poderão capturar e transformar milhares de “movimentos naturais” em dados sobre os jogadores enquanto eles treinam no campo ou em um ginásio, fornecendo aos atletas uma avaliação analítica profunda, incluindo o nível de habilidades do jogador, bem estar, e outras diversas capacidades cognitivas.https://rusbank.net/offers/microloans/

Treinando através da plataforma VR da Rezzil’s, os jogadores interagem com uma bola virtual enquanto se movimentam com seus corpos como se tivessem em um campo de futebol real. Tackers da Vive são acoplados em suas pernas para que sejam capturados seus movimentos durante a experiência, permitindo que eles interajam com o mundo virtual do game usando o próprio corpo. Enquanto os jogadores praticam, um holograma digital guia eles através de diferentes técnicas de treinos. Toda a simulação virtual será fortemente apoiada na idéia de esports, o que fará a fusão entre VR e Game, resultando em uma rica experiência de dados.
Nós já sabemos porque a Realidade Virtual é fantástica para o treinamento de atletas. Ela potencializa a experiência de treinamentos convencionais, ajuda você a tomar decisões durante a competição, e possibilita que encare oponentes sem os riscos do contato físico. Mas onde exatamente o eSports entra nisso tudo?

Durante uma entrevista, Steve Isaacs, professor de Game Design e Desenvolvimento na Bernards Township Public Schools, Líder e Inovador Digital em PBS, e especialista em eSports, explicou que tudo é devido a popularidade. Segundo Issac, “A maneira que os jovens consomem conteúdos atualmente através da Twitch, YouTube, etc. Todas essas ferramentas de conteúdo de games vem crescendo muito, como uma nova forma de ver TV”, e adiciona “os esportes coletivos estão começando a migrar seu “märketing share” para o eSports, então eles estão desenvolvendo organizações conjuntas entre eSports e seus próprios profissionais de clubes.

A Realidade Virtual lidera uma nova onda de treinamentos tecnológicos.

Ele ainda acrescenta que, de uma perspectiva escolar, currículos começaram a ser desenvolvidos em áreas incluindo SEL, CTE, STEM/STEAM, produção visual, e ainda existem muitas escolas de artes de língua inglesa usando eSportes assim como a fundação.

O eSports está literalmente reformando como os atletas e não atletas aprendem e treinam. O que esta associação está fazendo é fundir todos esses pensamentos para incentivar o “gameplay” de esportes físicos. “Acreditamos que a habilidade de fornecer soluções tecnológicas é crucial para ajudar jogadores de eSports aprimorarem seus talentos nos jogos que eles tanto amam.” disse Dave Guthrie, Diretor Executivo da Indiana Soccer em uma entrevista. “Neste caso, participar de uma simulação de treino virtual, assim como obter detalhamentos analíticos dos games terá extrema importância no desenvolvimento de nossos jogadores.”

O tempo irá dizer se a parceria entre a Indiana Soccer e a Rezzil vai produzir o grande novo talento do futebol mundial através do treinamento com o VR e eSports. Mas independente disso, iniciativas como essa já são um “Golaço” para a Realidade Virtual e os eSports!

Já podemos esperar nosso novo Neymar nascendo de iniciativas como essa? Gostou de como o VR vem revolucionando diversas áreas de atuação e desenvolvimento social? Entre em contato conosco e traga sua empresa ou projeto para a nova era da comunicação!

Em 2017, o tamanho do mercado mundial de Realidade Virtual e Aumentada era de 11,35 bilhões de dólares e a indústria previu um crescimento para 571,42 bilhões de dólares até o ano de 2025, alcançando um crescimento de 63,3% entre 2018 e 2025.
As tecnologias de AR e VR são usadas para proporcionar ao usuário uma experiência imersiva que pode ser utilizada em diversos ramos, tanto para entretenimento, quanto para fins empresariais. Realidade Virtual é um termo acessível para uma experiência computadorizada com vários sensores que permite que os usuários explorem um mundo virtual e interajam com ele. Já a Realidade Aumentada usa sobreposições de elementos gerado digitalmente para incrementar a realidade.
Sabendo do crescimento anual da penetração de smartphones na população, o mercado global de AR e VR espera ter um crescimento significativo nos próximos anos. Entretanto, a inefetividade da experiência de usuário e a adoção lenta da tecnologia nas economias subdesenvolvidas são os maiores impedidores do crescimento desse mercado.
Alguns dos fatores que influenciam diretamente no tamanho do mercado dessas novas tecnologias são:

Mercado de Realidade Virtual

Estima-se que a América do Norte se tornará o maior mercado de Realidade Virtual do mundo, enquanto a Ásia se ampliará até seu máximo para alcança-la. Países como a China, Índia, Japão e Coreia do Norte estão passando por um período de alta demanda de consoles de games e headsets, causando o crescimento do mercado VR.

Mercado de Realidade Aumentada

O aumento da demanda de dispositivos de Realidade Aumentada na área médica, de varejo e e-commerce prometem ser o carro chefe desse mercado. Os treinamentos médicos virtuais e os provadores AR de loja online são cada dia mais requisitados e amados pelo público.
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A Páscoa está chegando e tudo o que queremos é um pouco de diversão para variar a rotina dessa quarentena. Que tal distrair as crianças com uma caça aos ovos em Realidade Virtual?
No ano passado, o Shopping Interlagos estava em busca de algo que prendesse a atenção das crianças de uma forma inovadora, com algum tipo de experiência nova, que pudesse ser realizada dentro das instalações do Shopping e fosse uma forma de lazer diferente para seus visitantes diários. E é aí que entramos na história.
A partir da ideia apresentada acima, criamos uma solução que encantou todas as crianças e seus pais. Nasceu o “Pasquito”, um coelhinho que te guia por uma incrível “caça aos ovos” em um cenário 3D onde você consegue ter uma experiência incrível através dos óculos de Realidade Virtual.
Toda a experiência foi projetada em 3D e se passa em um cenário encantado, um bosque cheio de árvores e casinhas, chamado Ilha Encantada da Páscoa. Com efeitos visuais e sonoros, fizemos a experiência VR de modo que as crianças pudessem achar o maior número de ovos possíveis, deixando-os brilhantes para serem mais facilmente encontrados, tornando a experiência um momento mais lúdico e divertido.
Trabalhos como esse nos fazem ver o potencial das novas tecnologias que oferecemos aqui na agência Casa Mais e o quão benéficas elas são na vida das pessoas. Nada supera o sorriso no rosto de cada criança após participar desses momentos imersivos.
Então, aproveite esse momento difícil em que nos encontramos para trazer um pouco de alegria para sua casa. A pandemia da COVID-19 pode ser vivida de forma leve se soubermos utilizar o que temos ao nosso alcance e se soubermos aproveitar a companhia de quem nos rodeia.
Nessa Páscoa, coloque um sorriso no rosto de uma criança com essa experiência maravilhosa em Realidade Virtual que vai te transportar para um mundo completamente novo!

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Treinamento médico em Realidade Virtual ajuda o serviço de saúde na luta contra o Corona Vírus.

A pandemia de COVID-19 deixou diversos hospitais por todo o mundo precisando de mais profissionais médicos treinados para ajudar a cuidar do número de pessoas infectadas, que continua a crescer mais e mais a cada dia. A procura por esses profissionais é tamanha que alguns hospitais estão recorrendo a médicos e enfermeiros aposentados. Os últimos, estão ajudando a tratar de pacientes que sofrem de doenças não relacionadas ao corona vírus, permitindo que os especialistas em COVID-19 possam focar somente na pandemia.
“Ao mesmo tempo que tratamos de uma pandemia de COVID-19, todos as outras doenças continuam existindo ao mesmo tempo, ” disse Dr. Jack Pottle, Diretor da Oxford Medical Simulation, à TechRepublic. “Muitos médicos e enfermeiros estão sendo relocados para tratar especificamente do COVID-19, enquanto muitos outros não-especialistas estão sendo solicitados no tratamento de pacientes com casos mais gerais, como infartos, derrames, problemas gastrointestinais e outras emergências. ”

Para auxiliar esses hospitais no treinamento de seus profissionais, a Oxford medica Simulation está oferecendo sua plataforma de treinamentos médicos sem custo nenhum, durante a pandemia, para instalações médicas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Desde que o acesso a esse conteúdo foi liberado, cerca de 50 hospitais já utilizaram as simulações em Realidade Virtual para treinar seus profissionais, somando um total de 17 mil pessoas trinadas, entre estudantes e staff.
“No momento, durante a pandemia, hospitais começam a recrutar mais médicos e enfermeiros, mas, além de só contratar, precisam treiná-los para as novas necessidades, ” diz também Pottle. “Há uma necessidade grande de treinar pessoas rapidamente, sejam eles profissionais atuantes ou aposentados, voltando a ativa durante a pandemia. ”
Acessível por meio de headsets VR ou PCs comuns, a simulação coloca o participante para atender um paciente com sintomas baseados nos casos estudados até hoje e o usuário deve diagnosticar esses pacientes virtuais usando as informações coletadas durante o exame físico, olhando o histórico do paciente e durante a consulta. Cada cenário é único e diferente do anterior, oferecendo experiências novas para cada participante.
“Eles entram na experiência sabendo que examinarão um paciente com dores no peito, mas não tem mais nenhuma informação sobre o caso, “ continua Dr. Pottle. “Não é uma experiência guiada. Os usuários não precisam fazer tal coisa em tal momento. Eles podem fazer tudo como normalmente fariam se estivessem atendendo em uma consulta tradicional. Como na vida real, eles não sabem o diagnóstico do paciente ao entrar no consultório. “

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Com mais e mais pessoas trabalhando de casa por conta da pandemia de COVID-19, o uso de plataformas de comunicação digital, como aplicativos de mensagens de texto ou teleconferências, aumentou e muito, tornando a comunicação entre colegas de trabalho e a gestão de projetos mais fácil.
Enquanto alguns apps, como o Immersed ou o Glue, oferecem àqueles que possuem headsets VR a chance de se conectar com as pessoas num ambiente imersivo e virtual, o SPACES permite que os usuários de VR se conectem com quem não tem um headset, usando apps populares de mensagem ou vídeo-chamada.

O SPACES cria uma câmera virtual dentro do ambiente imersivo do usuário de headset e pode ser conectado a qualquer plataforma de vídeo-chamada já existente, como Zoom, Google Hangouts, Skype, Facebook Messenger…do outro lado da linha, a pessoa vê o ambiente imersivo em que o suário do headset está, enquanto o usuário vê uma telinha flutuante que espelha o desktop da pessoa com quem ele está conectado.
Junto com a tela do desktop de referência que aparecerá para o usuário do VR, ele também terá acesso a um quadro branco virtual que pode ser usado para anotações durante a chamada.

“A mágica acontece quando você vira para o quadro branco na hora do brainstorm, durante a reunião, e todos os seus colegas conseguem vê-lo também, o que faz com que as coisas pareçam ser como antes, ” diz Brad Herman, da SPACES. “Para mim, é como se estivéssemos na nossa antiga realidade, antes do vírus”.

https://youtu.be/SXqVPrL-SFE

A equipe do SPACES alega que o app não quer substituir nenhum aplicativo de coworking já existente, como os citados no começo da matéria, mas busca uma solução de comunicação remota totalmente nova, voltada na conexão do mundo real com o virtual.

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Já sabemos que a Apple vem investido bastante em novas realidades. No lançamento do novo modelo de iPhone, foi divulgado que ele teria funções AR já integradas no aparelho; em outubro surgiram os rumores do desenvolvimento de um óculos de Realidade Mista próprio da marca; e no final de dezembro, foram patenteadas ideias de integrar áudio imersivo nos dispositivos Apple. Ao que tudo isso indica, os investimentos são altos e prometem elevar essas novas tecnologias a um novo patamar.
Nas últimas semanas, a Apple deu mais um passo nesse caminho misterioso e tecnológico, que ainda não sabemos bem onde dará. Os rumores da contratação de Arthur Van Hoff, um dos fundadores da Jaunt – plataforma de streaming em Realidade Virtual – e pioneiro no cinema VR se espalham pela web e promete mudanças no cenário VR.

A Jaunt mudou um pouco seu foco e vem, cada vez mais, se aperfeiçoando em Realidade Aumentada. Esse foi, provavelmente, o ponto que atraiu a atenção da Apple, já que é nessa área que a empresa investe mais e mais. Van Hoff é conhecido por desenvolver suas próprias câmeras e devices para captura em alta qualidade de conteúdos VR e AR.
A Apple ainda não anunciou oficialmente a contratação de Arthur, mas, se os rumores se confirmarem, podemos esperar coisas grandiosas da marca. Talvez o lançamento de seu headset já venha com conteúdo exclusivos para explorarmos e experiências únicas em AR e VR. Ansiosos por essa nova era?

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Com a quarentena, estamos todos presos dentro de casa. Está entediado? Saiba que o seu headset VR é muito mais do que só uma máquina de jogar Beat Saber. Você pode bater papo, jogar e até assistir filmes com seus amigos, quase como se o mundo não estivesse sofrendo com uma pandemia.
Aqui vai uma lista de alguns aplicativos VR para você se conectar com seus amigos, ou até mesmo conhecer novas pessoas. De um jeito ou de outro, a experiência é bem melhor do que qualquer chamada de vídeo. Ah, e todos os apps são grátis!

VR CHAT


A mais antiga rede social VR ainda está de pé e caminha muito bem, mesmo depois de seis anos de seu lançamento, no Oculus Rift DK1, em 2014. Com o tempo, o VR Chat desenvolveu sua própria web cultura, com memes orgânicos e esquisitos, graças a possibilidade de criar avatares e cenários livremente. Você também pode se conectar com usuários que não possuem um headset VR, sendo um ótimo lugar para se encontrar com qualquer pessoa…menos usuaris de PSVR – pelo menos por enquanto.

REC ROOM


Relaxar e conversar é legal, e você pode fazer isso no Rec Room, mas essa plataforma une toda a comunidade de pessoas que possuem um headset VR em um só lugar. Nesse app, você pode jogar jogos multiplayers, batalhas em jogos shooter, e outros jogos para se divertir com seus amigos.

ALTSPACE VR


AltspaceVR é um aplicativo que incluis shows ao vivo, aulas, encontros e está disponível em várias plataformas VR. Apesar de não ser o mais popular, o app tem uma comunidade bem grande e com um ótimo engajamento. Você pode acompanhar a programação e saber tudo sobre os próximos eventos no site do aplicativo.

NEOS VR


NeosVr é o protótipo de um sistema operacional, uma engrenagem de jogo e uma sala de bate papo, tudo em um lugar só; seu objetivo é ser um metaverso. Dito isso, é um app bem técnico, mas as coisas que você pode construir no jogo são fantásticas. O app rem até sua própria criptomoeda!

BIGSCREEN


A ideia inicial do Bigscreen é sentar junto com seus amigos e assistir a um bom filme. Em sua nova atualização, é possível se reunir com a galera no lobby do cinema virtual para conversar, debater, e trocar opiniões sobre os filmes assistidos. Também é possível pagar para ver alguns filmes, o que é ótimo para quem não possui outros serviços de streaming, como a Netflix ou HBO Go.

MOZILLA HUBS


O Mozilla Hubs é uma plataforma de interação social muito leve e que, na verdade, não pe um aplicativo, mas uma experiência WebXR-based, o que faz dela muito leve e fácil de avegar com apena um clique. Ela pode ser acessada de smartphones, do navegador do seu desktop ou do ser headset VR, basta colocar o código da sala de bate papo privada que você quer participar e se juntar aos seus amigos.

OCULUS HOME


Apesar de estar disponível somente para usuários Oculus Rift, a plataforma possui diversos espaços customizáveis para encontrar seus amigos, pelo menos até o lançamento do Facebook Horizons, que promete unir todos os usuários de Oculus em um só aplicativo.

STEAM VR HOME


Assim como o Oculus Home, o SteamVR Home é um espaço customizável ótimo para interagir com seus amigos. Já imaginou conversar dentre de um preview de Half-Life: Alyx?
E aí, ansioso para testar as diversas possibilidade de interação virtual nessa quarentena?

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